27 setembro 2014

Distritos de Lisboa e Santarém sob alerta amarelo da meteorologia

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) accionou hoje o aviso amarelo para os distritos de Lisboa e Santarém, que estavam abrangidos apenas a partir da manhã de sábado, devido à previsão de chuva e trovoada.
De acordo com o IPMA, o agravamento do tempo vai evoluir de sul para norte
Segundo um comunicado do instituto divulgado pelas 16:30, estes dois distritos estão sob aviso amarelo (o segundo menos grave de uma escala de quatro) desde as 15:00 e até às 21:00 e, novamente, das 06:00 de sábado às 12:00 de domingo.
Abrangidos pelos mesmos avisos estão os distritos de Évora, Setúbal, Beja e Faro, enquanto Portalegre está incluído apenas a partir de sábado, mas em todos os distritos do continente foram accionados avisos amarelos – nos casos de Aveiro, Viseu, Guarda, Coimbra, Castelo Branco e Leiria das 12:00 de sábado às 12:00 de domingo e em Viana do Castelo, Braga, Vila Real, Porto e Bragança das 00:00 às 18:00 de domingo.
De acordo com o IPMA, o agravamento do tempo vai evoluir de sul para norte, prevendo-se que o sábado seja o dia de maior instabilidade, com probabilidade de aguaceiros pontualmente fortes e com condições de trovoadas, em especial durante a tarde.
Prevê-se, por isso, que possam ocorrer dificuldades de drenagem em sistemas urbanos, nomeadamente durante os períodos de preia-mar, podendo originar inundações nos locais historicamente mais vulneráveis.
Podem ainda estar criadas condições de piso rodoviário escorregadio com eventual formação de lençóis de água, cheias rápidas em meio urbano, inundações por transbordo de linhas de água e em estruturas urbanas subterrâneas com deficiências de drenagem e danos em estruturas montadas ou suspensas.
O IPMA recordou hoje que a Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) recomenda que a adopção de comportamentos adequados pode minimizar o impacto desses efeitos e recomenda que os sistemas de escoamento das águas pluviais estejam desobstruídos e que sejam retirados os objectos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas.
Uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível formação de lençóis de água nas vias, o não atravessamento de zonas inundadas e a fixação de estruturas soltas são outras das recomendações da ANPC.
Lusa/SOL