21 maio 2014

DECIF: Mais Meios para o Distrito de Castelo Branco

699 operacionais, 149 viaturas e três helicópteros. São estes os meios que fazem parte do dispositivo especial de combate a incêndios florestais no distrito de Castelo Branco durante a fase “Charlie” entre 1 de Junho e 30 de Setembro. 

Um dispositivo que, de acordo com o comandante operacional distrital foi reforçado em relação ao último ano para fazer face às necessidades identificadas individualmente por cada um dos corpos de bombeiros “vamos ter no total um acréscimo de 15 operacionais, distribuídos pelos diversos corpos de bombeiros, e o reforço de dois aviões médios anfíbios que ficam localizados no centro de meios aéreos de Proença-a-Nova; evidentemente que idealizámos com os comandantes das corporações um dispositivo especial de incêndios florestais de forma a que cada corpo de bombeiros tenha o dispositivo que efectivamente planeou”.

Para além deste dispositivo, o distrito vai ter ainda à disposição um helicóptero da “Afocelca” que vai ficar sediado em Penamacor e que pode complementar o trabalho dos centros de meios aéreos da Covilhã, Castelo Branco e Proença-a-Nova. Rui Esteves sublinha que este dispositivo vai desenvolver a sua acção em torno de quatro objectivos fundamentais “uma vigilância dissuasiva, uma detecção oportuna através da rede nacional de postos de vigia, um ataque inicial musculado que permita dominar os incêndios numa fase inicial e uma recuperação rápida da resposta de forma a que exista uma resposta rápida em qualquer cenário e criando condições para que haja uma consolidação da extinção através da unidade de comando e de gestão da informação”.

Rui Esteves acrescenta que um dos grandes objectivos passa por garantir a permanente segurança das forças operacionais durante todas as fases. Para isso o comando nacional de operações de socorro elaborou um guia prático que está a ser distribuído a todos os bombeiros “no sentido de perceberem e terem permanentemente a informação necessária para os cuidados e segurança de forma a que não corram qualquer risco em nenhuma circunstância”.

O comandante operacional distrital considera ainda que os cidadãos se devem envolver na área da prevenção, devendo por isso evitar quaisquer comportamentos de risco que contribuam para a deflagração de incêndios florestais.


fonte: RCB