22 abril 2014

Bombeiros de Alcobaça Doam Ambulância Para Missão Humanitária

Um grupo de portugueses parte na quinta-feira de Porto de Mós para a Guiné-Bissau, com a missão de entregar produtos hospitalares, material escolar, viaturas e sementes de cultivo a organizações não-governamentais de várias regiões do país.

"A primeira brigada segue por terra na quinta-feira, de Porto de Mós (Leiria) até à Guiné-Bissau, sendo constituída por um grupo de 25 pessoas, distribuídas pelas 11 viaturas que temos para entregar e que seguem carregadas de donativos", revelou Miguel Borges, um dos porta-vozes dos 'Lazy Millionaires League'.

A missão humanitária do Grupo de Ação Social que integra a 'Lazy Millionaires League' - uma organização composta por empreendedores independentes associados a uma rede mundial de marketing na Internet chamada 'Empower Network' - vai percorrer 5.500 quilómetros, tendo prevista a chegada à Guiné-Bissau a 1 de maio.
A caravana deverá passar por Marrocos, Saara Ocidental, Mauritânia, Senegal, contornando a Gâmbia até entrar na Guiné-Bissau.

Ambulância doada

A expedição inclui uma ambulância doada pelos Bombeiros Voluntários de Cela - Alcobaça.
"O valor do que vai ser doado é superior a 50 mil euros. Só uma senhora doou 850 peças de roupa. Seguem também imensos brinquedos, livros, sementes para cultivo e material hospitalar descartável", disse Miguel Borges.

A segunda brigada é constituída por cinco pessoas e parte de avião no dia 01 de maio para Bissau, onde ficarão três dias para participar em ações humanitárias, juntamente com os restantes 25 voluntários.

De acordo com Miguel Borges, os donativos serão entregues a organizações não-governamentais selecionadas pela Fundação João XXIII, que "ajudou a fazer o levantamento das verdadeiras necessidades do terreno".
Para responder a uma das grandes necessidades locais, a missão vai distribuir - através do projeto agrícola de Quinhamel - sementes para cultivo que devem ser usadas para produzir excedentes, que possam ser vendidos e reverter para o financiamento de escolas e centros de saúde.

Fonte: Lusa \ Sapo