19 março 2014

B. V. Fundão: Não temos pressa de arranjar novo Comandante"

Direcção dos bombeiros voluntários do Fundão mantém actual estrutura de comando. Desde o falecimento do comandante Antunes, em Setembro de 2013, que Rui Gouveia está à frente do corpo activo da corporação fundanense, uma situação que, para já, vai manter-se, refere o presidente da direcção dos BVF.

“Por agora, o elenco directivo decidiu manter o segundo comandante, que tinha sido nomeado pelo comandante Antunes, continua com os mesmos adjuntos e por agora vamos manter esse grupo de trabalho porque não temos pressa nenhuma de arranjar um novo comandante, nem há necessidade disso. Os adjuntos já trabalham há muito anos nos BVF e o comandante, apesar de estar há pouco tempo, tem muita força de vontade para que as coisas corram da melhor maneira”, explica o presidente da direcção dos voluntários fundanenses. 

Em entrevista ao programa RCB “Flagrante Directo”, António Rodrigues não foge á pergunta, mas admite ser difícil a resposta: O corpo activo revê-se no segundo comandante?

“É muito difícil responder a isso. Quando desaparece uma pessoa que está há 23 anos nesta casa, 14 dos quais como comandante, é muito difícil dizer se o corpo activo está com ele ou não. Casa dia, o segundo comandante tem que chamar os seus homens e ele já considera que são os homens dele”, garante o médico

O presidente da direcção, que foi reconduzido no cargo para mais três anos, destaca a importância que o antigo comandante tinha na corporação “um grande pilar”, mas ainda assim a vida tem que continuar

“Uma casa não cai porque um pilar caiu. Está manter-se porque metemos umas estacas, embora mais fracas, ajudam a que se continue a trabalhar”, afirma aquele responsável.

Rui Gouveia continua à frente do comando dos voluntários fundanenses até que a direcção, o que acontecerá neste mandato, escolha um novo comandante.

Bombeiros que precisam da ajuda de todos, neste sentido António Rodrigues deixa um forte apelo à população para que se faça sócio da associação.


fonte: Paulo Pinheiro / RCB