12 janeiro 2014

Teodósio Rocha Carrilho, Presidente da Federação de Bombeiros do Algarve Ocupa Ilegitivamente o Cargo

Hélder Semedo, Secretário Regional do Associativismo e da Comunicação e Imagem Juventude Socialista, informou que o ainda presidente da Federação de Bombeiros do Algarve deixou de estar legitimado para ocupar o cargo de presidente uma vez que já não representa qualquer associação de Bombeiros.

O Individuo em causa ocupa ainda estranhamente o cargo de vogal da Liga dos Bombeiros Portugueses.

Segundo Hélder Semedo refere na sua página oficial do Faceboook:

1609731_199646793564314_948453941_n”Aqui está uma bela demostração da aldrabice que o Sr. Teodósio Rocha Carrilho vem fazendo entre caciques. Acontece que Carrilho, ex-presidente dos Bombeiros de Lagoa, ainda exerce funções de presidente da Federação de Bombeiros do Algarve, de forma ilícita, visto que para ocupar este posto é necessário ser membro da direcção de pelo menos uma associação de bombeiros do Algarve, como se sabe tal facto não se sucede.

Como alguns sabem Carrilho ocupa também funções na Liga dos Bombeiros Portugueses, é este o interesse de Carrilho.

É notório o silêncio do presidente da Assembleia-Geral da Federação, Macário Correia sobre este assunto em particular. Posto isso é claro e evidente o objetivo de Carrilho é manter-se na presidência da Federação até Outubro de 2014, data em que termina o mandato na Liga protegendo assim as suas regalias como Vogal do Conselho de Administração da Liga, pondo assim o seu próprio interesse à frente dos nobres interesses dos Bombeiros.”

Hélder Semedo
 
Mas a Administração do Diário de um Bombeiro informa que, de Ilegal ou Ilegitimo este Cargo nada tem.

Senão vejamos, de acordo com os Estatutos da Liga dos Bombeiros Portugueses
:


ESTATUTOS DA LIGA DOS BOMBEIROS PORTUGUESES
Artigo 15.º
Condições para Exercício dos Cargos Sociais

1. O exercício dos cargos sociais depende da eleição, de entre os representantes dos associados singulares ou colectivos de indivíduos designados por motivo das suas qualidades pessoais e não pelos cargos que ocupam.



Por isso, embora muitos possam não concordar, afirmar ilegitimidade ou ilegalidade nesta situação não será o mais correcto.


Marco Francisco

Administração