24 novembro 2016

Sismo de 7.2 na costa da América Central. Alerta de tsunami accionado

Usulután, quarta maior cidade de El Salvador, foi o epicentro deste sismo de forte magnitude.

Um sismo de magnitude 7.2 abalou hoje a costa da América Central, com um epicentro registado em Usulutan, a quarta maior cidade de El Salvador.


Fonte: Notícias ao Minuto

Chuva intensa, neve e vento nas próximas 24 horas, alerta Proteção Civil

A Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) alertou hoje para os perigos do mau tempo na sexta-feira, com precipitação intensa, neve e vento, aconselhando medidas preventivas face ao agravamento das condições meteorológicas para as próximas 24 horas.

Num aviso à população, a ANPC refere que o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê precipitação intensa no Minho e Douro Litoral, atingindo, de forma sequencial, a Serra do Gerês, a Serra de Montemuro e a Serra da Estrela, com valores que poderão atingir 30 a 40 mm em seis horas.


Prevê-se ainda a intensificação do vento de sudoeste, a partir das 21 horas de hoje, a prolongar-se durante o período noturno, adianta a Proteção Civil.

As previsões apontam ainda para precipitação intensa, na madrugada de sexta-feira na região Centro (com valores que poderão atingir 20 mm em seis horas), não sendo de excluir a possibilidade da região Sul, em particular os distritos de Lisboa e Setúbal, poderem ser afetados por este fenómeno de precipitação forte.

A queda de neve é esperada à cota dos 1000/1200 metros, descendo para a cota dos 800 metros durante a noite, podendo, nas serras do Gerês e Montemuro e na região de Chaves e Montalegre, serem atingidos valores de 40 mm de neve, em 12 horas, divulgou a ANPC, após reunião no Comando Nacional de Operações de Socorro (CNOS).

Segundo a ANPC, o mau tempo poderá causar piso rodoviário escorregadio e eventual formação de lençóis de água e gelo, possibilidade de cheias rápidas em meio urbano, por acumulação de águas pluviais ou insuficiências dos sistemas de drenagem, possibilidade de inundação por transbordo de linhas de água nas zonas historicamente mais vulneráveis e inundações de estruturas urbanas subterrâneas com deficiências de drenagem.

Danos em estruturas montadas ou suspensas, dificuldades de drenagem em sistemas urbanos, nomeadamente as verificadas em períodos de preia-mar, podendo causar inundações nos locais historicamente mais vulneráveis, possibilidade de queda de ramos ou árvores em virtude de vento mais forte e possíveis acidentes na orla costeira são outros perigos apontados pela ANPC.

São ainda esperados fenómenos geomorfológicos causados por instabilização de vertentes associados à saturação dos solos, pela perda da sua consistência.

A ANPC salienta que o eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, através da adoção de medidas adequadas, pelo que, e em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis, recomenda que se garanta a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e a retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas.

Aconselha também a adoção de uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível acumulação de neve ou a formação de lençóis de água nas vias, assim como não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas.

Outras das recomendações são proceder à colocação das correntes de neve nas viaturas, sempre que se circular nas áreas atingidas pela queda de neve e garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas.

A ANPC pede especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas, com atenção para a possibilidade de queda de ramos e árvores, em virtude de vento mais forte.

Especial cuidado é ainda pedido na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a galgamentos costeiros, evitando se possível a circulação e permanência nestes locais.

Outro aviso vai no sentido de as pessoas não praticarem atividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, evitando ainda o estacionamento de veículos muito próximos da orla marítima.

Fonte: Noticias ao minuto

Vem aí frio, chuva a até neve

De acordo com a meteorologista do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), Paula Leitão, na Região Norte, os distritos de Bragança, Vila Real, Viseu e Viana do Castelo já estavam, esta manhã com precipitação - que se vai agravar ao longo do dia - e queda de neve acima dos 1200 metros de altitude.

"Esta neve vai ser muito intensa e persistente durante toda a tarde e madrugada e vai estender-se gradualmente à Região Centro. Aliás, já está a ocorrer neve na Serra da Estrela e já há estradas cortadas. Prevê-se que ao longo da tarde vá continuar a cair com mais intensidade", adiantou à agência Lusa.

Segundo Paula Leitão, esta situação vai levar ao corte de estradas e ao isolamento de aldeias.

"É de esperar que muitas estradas fiquem cortadas na região de Trás-os-Montes, Viseu e na Serra da Estrela, e que haja aldeias que possam ficar isoladas esta tarde e que durante a noite não seja possível transitar em muitas estradas do interior do norte e centro", advertiu.

A especialista indicou também que o vento vai ser moderado com rajadas fortes a partir do fim da tarde e noite, prevendo-se uma diminuição na sexta-feira de manhã.

"Esta situação deve-se a uma depressão complexa que cavou um núcleo sobre o Mediterrâneo percorrendo a Península Ibérica, uma situação difícil de prever pois os modelos têm estado a oscilar nos resultados, não tem sido fácil fazer uma previsão", disse.

Paula Leitão referiu ainda que o alerta amarelo que foi emitido para os distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Vila Real, Viseu, Bragança, Coimbra, Aveiro, Guarda e Castelo Branco por causa da queda de neve, chuva e vento, deverá passar a alerta laranja devido à previsão de agravamento do estado do tempo.

Fonte: JN

Mulher esmagada por camião em parque industrial

Uma mulher de 38 anos morreu, ao final da manhã desta quinta-feira, atropelada por um camião num parque industrial situado no Cacém, concelho de Sintra. O motorista do pesado fazia marcha atrás e não se apercebeu da presença da vítima.

Luís Pimentel, comandante dos Bombeiros Voluntários de Agualva Cacém, contou ao JN que o acidente ocorreu cerca das 11. 45 horas, no interior de um parque industrial com vários armazéns. "Como não se consegue fazer inversão de marcha lá dentro, o camião tinha de sair de marcha atrás. Só que o motorista não viu a senhora e só sentiu o impacto do choque", adiantou.

A mulher foi apanhada em cheio, tendo parte do corpo ficado esmagada pelas rodas do pesado. "Quando chegámos, ao mesmo tempo que a equipa da VMER, foi declarado logo o óbito, não havia nada a fazer", lamentou o responsável.

A vítima seria amiga do proprietário de um dos armazéns. A PSP esteve no local a tomar conta da ocorrência e recolheu a viatura que a mulher utilizou para chegar ao parque industrial.

O motorista ficou em choque com o sucedido.

Fonte: JN

21 novembro 2016

Alerta de tsunami após sismo de magnitude 7,3 no Japão Leia mais: Alerta de tsunami após sismo de magnitude 7,3 no Japão http://www.jn.pt/mundo/interior/alerta-de-tsunami-apos-sismo-de-magnitude-73-no-japao-5510589.html#ixzz4QgHi2y6M Follow us: jornalnoticias on Facebook

Um violento sismo de magnitude 7,3 atingiu esta noite a costa do Japão, dando origem a um alerta de tsunami na zona de Fukushima.

O sismo ocorreu a uma profundidade de 10 quilómetros às 20.59 hora desta segunda-feira (hora de Portugal continental), segundo o registo do instituto geológico dos EUA (USGS).

Fonte: JN

24 outubro 2016

"É necessária uma gestão mais eficiente de recursos na Proteção Civil"

A ministra da Administração Interna defendeu hoje a necessidade de reorganização interna da Proteção Civil de modo a alcançar uma "gestão mais eficiente dos recursos e a introduzir maior dinamismo em áreas estratégicas do sistema".


Constança Urbano de Sousa, que falava no ministério, na posse do novo presidente da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), o coronel de infantaria Joaquim de Sousa Pereira Leitão, referiu ainda a necessidade de se promover "uma maior abertura e cooperação com os agentes de Proteção Civil.

Para a ministra, é ainda fundamental "incorporar capacidade em áreas que a ANPC herdou nos últimos anos, como a gestão dos meios aéreos, planeamento civil e as competências no âmbito do planeamento civil de emergência".

Numa sessão sem direito a declarações aos jornalistas por parte da ministra, a governante sublinhou as competências do recém-empossado, considerando-o "um homem da proteção civil".

Um homem que conhece o sistema, os agentes e os desafios com que a Proteção Civil se confronta atualmente, com novas ameaças, novos riscos, sejam eles naturais ou tecnológicos, acrescentou.

Sublinhou ainda a "riquíssima experiência profissional" do coronel Joaquim Pereira Leitão, que está na área desde 2005 e que teve funções de comando na ANPC, nos Sapadores Bombeiros de Lisboa, de assessoria na secretaria de Estado e uma "carreira militar sólida".

"O homem certo no lugar certo e no tempo certo", frisou, considerando que tempos de "mudança" e de "reforma" exigem uma "liderança forte e capaz".

Confrontado pelos jornalistas com a polémica em torno da sua nomeação para presidente da ANPC por se tratar de um coronel, o novo presidente do organismo disse estar convicto de que o seu nome nunca esteve em causa.

"O meu nome nunca esteve em causa, isso para mim é uma palavra de apreço muito grande da parte de toda a gente tanto das forças armadas mas também de todos os agentes de proteção civil e que manifestaram essa confirmação na reunião nacional de proteção civil!", disse.

Questionado sobre se o facto de a polémica estar ligada ao facto da sua patente, uma vez que não é general, Joaquim Pereira Leitão mostrou-se convicto da patente "não se sobrepor à competência".

"Penso que essa questão da patente não se sobrepõe à competência, ao currículo e ao percurso profissional que está subjacente ao dia a dia e ao trabalho das pessoas", observou, acrescentando estar ligado à Proteção Civil desde 2005.

Fonte: Notícias ao Minuto

17 outubro 2016

GNR de Alpiarça deteve incendiário e apanhou pescador ilegal

Durante o passado fim-de-semana, a GNR de Alpiarça deteve um homem que provocou um incêndio agrícola, e identificou dois indivíduos, um por pesca ilegal e outro por ter sido apanhado com armas ilegais.

No primeiro caso, os militares, após terem detetado uma grande coluna de fumo durante uma ação de patrulhamento, detiveram um idoso de 82 anos que estava a fazer uma queimada ilegal num terreno próximo do Frade de Cima.

Os Bombeiros Municipais de Alpiarça foram chamados a intervir quando as chamas se descontrolaram e ameaçavam provocar um incêndio de maiores dimensões.

O octogenário foi constituído arguido e sujeito a termo de identidade e residência, tendo em conta o facto de vigorar o período crítico de incêndios, em que este tipo de ações é proibida por lei.

No domingo, 16 de outubro, a GNR identificou também um homem por pesca ilegal, na barragem dos Patudos.

O suspeito, de nacionalidade chinesa, não tem licença de pesca e já transportava na sua viatura quatro carpas e dois pimpões,

O peixe foi devolvido ao seu habitat natural.

Por último, a Guarda identificou ainda um indivíduo de 46 anos por posse de arma proibida, na sequência de uma denúncia por coação sexual apresentada contra o suspeito.

Na busca domiciliária que realizaram na habitação do suspeito, que também foi constituído arguido e sujeito a termo de identidade e residência, a patrulha encontrou uma pistola de alarme e duas armas de ar comprimido.

Fonte: Rede Regional