20 agosto 2017

"Erro de operação" levou a reforço de segurança no aeroporto de Lisboa

Algumas zonas do aeroporto de Lisboa estão a ser evacuadas, segundo o Jornal de Notícias. A TSF já confirmou junto de fonte oficial da ANA Aeroportos, que confirma "erro de operação".

O problema foi a confusão entre passageiros que tinham acabado de chegar e outros que iam partir, na mesma zona. Ou seja, esse erro de operação levou à confusão de passageiros, sendo as autoridades obrigadas a reencaminhar passageiros para nova vistoria de bagagens, por questões de segurança.

Tratavam-se dois voos internacionais.

Fonte: TSF

Aeroporto de Lisboa em estado de alerta

O aeroporto de Lisboa está a ser parcialmente evacuado e com reforço de controlo de bagagens, por razões de segurança que ainda não são totalmente conhecidas.

A situação está a atingir centenas de passageiras e o alerta foi dado cerca das 21 horas, soube o JN. O Comando de Lisboa da PSP não confirmou nem desmentiu a informação.

As centenas de passageiros estavam já nas portas de embarque, da 41 à 47, quando surgiram elementos da PSP e da ANA, obrigando os passageiros a abandonar a zona, para procederem a vistorias.

Grande parte dos passageiros foram obrigados a voltar a passar pelo controlo de bagagens, uma medida normalmente associada à suspeita de transporte de materiais explosivos e muitas das lojas fecharam também as portas.

Há pelo menos seis voos que foram atingidos por estas medidas de segurança, ficando em terra, embora os passageiros não tenham sido informados do porquê destas medidas excecionais de segurança.

Fonte: JN

19 agosto 2017

Mação: GNR detém suspeitos de fogo posto

Foto: @Pedro Abranches D'Aguiar Mateus
Foi interceptado ao início da noite desta sexta-feira, 18 de agosto, um veículo na zona de Ortiga por duas viaturas das brigadas da GNR. Ao que o mediotejo.net conseguiu confirmar junto de três fontes seguras, seguiam no interior de um Nissan Micra vermelho dois indivíduos que foram detidos e levados para o Posto da GNR de Mação, sob suspeita de crime de fogo posto.

Na viatura terão sido encontrados bidões de gasolina e um dos indivíduos será um incendiário reincidente, já condenado no passado pelo mesmo tipo de crime.
Os suspeitos vão ser também interrogados pela Polícia Judiciária e deverão ser ouvidos este sábado por um juiz de turno.
O Código Penal, no Artigo 274.º, prevê que “quem provocar incêndio em floresta, mata, arvoredo ou seara, próprias ou alheias, é punido com pena de prisão de um a oito anos”. Acrescenta ainda que, “se, através da conduta referida no número anterior, o agente criar perigo para a vida ou para a integridade física de outrem, ou para bens patrimoniais alheios de valor elevado; deixar a vítima em situação económica difícil; ou actuar com intenção de obter benefício económico; é punido com pena de prisão de três a doze anos”.
Para evitar crimes reincidentes, está também previsto que “quando qualquer dos crimes previstos nos números anteriores for cometido por inimputável, é aplicável a medida de segurança prevista no artigo 91.º, sob a forma de internamento intermitente e coincidente com os meses de maior risco de ocorrência de fogos”.

Por Mário Rui Fonseca
Exclusivo mediotejo.net

17 agosto 2017

Agricultora de 48 anos detida por fogo posto em dois incêndios

Os incêndios em causa ocorreram no dia 5 de agosto, em Nespereira.

A Polícia Judiciária, numa ação conjunta com a GNR de Lamego, deteve uma mulher alegadamente responsável por dois incêndios florestais ocorridos no passado dia 5 de agosto, em Nespereira, Cinfães.

“A detenção foi o culminar de diligências desenvolvidas para identificar a autora, na sequência da deflagração de incêndios em zona florestal contígua a zona urbana, na localidade de Nespereira, Cinfães, uma vez que este concelho é, reiteradamente, um dos mais fustigados em número de ocorrências florestais do Distrito de Viseu”, revelam as autoridades.

Em causa estará um “quadro de desequilíbrio mental” e o fogo terá sido provocado com recurso a fósforos.

O crime terá levado a que fossem consumida uma “área de cerca de 4000 m2 de mato e arvoredo”, o que colocou em risco habitações, “só não as afetando devido à rápida intervenção dos Bombeiros Voluntários de Nespereira e de populares que deram o alerta”.

A mulher tem 48 anos e é agricultora. Irá agora ser ouvida pela justiça para que lhe sejam aplicadas as medidas de coação.

Fonte: Notícias ao Minuto

Arderam casas devolutas em aldeia rodeada pelas chamas

O incêndio que lavra, esta quarta-feira, em Mação, no distrito de Santarém, cercou a aldeia de Louriceira, onde "arderam várias casas devolutas, mas não houve danos humanos".

"Eu já entrei na aldeia, fui eu quem a evacuou e sei quem lá ficou, seis ou sete moradores que não quiseram sair, mas que estão lá todos", disse o vereador Vasco Marques à agência Lusa, cerca das 17.15 horas, tendo referido que a última família a ser retirada no seu jipe "era composta por duas crianças, mãe, avó e bisavô".

Vasco Marques sublinhou que "não há danos humanos a registar".

Contactado pela Lusa, momentos antes, o presidente da Câmara de Mação, Vasco Estrela, disse que "a situação é muito, muito crítica em várias aldeias".

Segundo o autarca, as chamas estão "à entrada da aldeia de Chão de Lopes", e "a situação é crítica junto das aldeias de Chão de Codes, Louriceira, Vale de Amêndoa e Cerro do Outeiro, entre outras", tendo a aldeia de Vale de Amêndoa sido evacuada ao início da tarde.

Vasco Estrela confirmou que dois bombeiros sofreram ferimentos ligeiros durante o combate às chamas nesta aldeia e deixou críticas aos meios dedicados ao combate às chamas no concelho.

"Estão a correr atrás do prejuízo", afirmou, explicando que os meios aéreos deveriam ter chegado mais cedo ao local, para evitar o atual cenário de aparente descontrolo das chamas.

Fonte operacional assegurou ao JN que os bombeiros estão a fazer proteção pessoal à população, não havendo, até ao momento, informação de danos.

Na aldeia de Pereiro Fundeiro, na fronteira do concelho de Vila de Rei com Mação, as chamas estão também perto das casas, estando várias equipas de bombeiros a evitar que estas sejam atingidas.

Fonte: JN

10 agosto 2017

A1 cortada nos dois sentidos entre Mealhada e Coimbra Norte









O alerta foi dado perto da hora de almoço. Segundo informações da GNR, o trânsito foi cortado nos dois sentidos, cerca das 13.25 horas, e não há previsão de quando possa voltar a ser restabelecido.

O trânsito está a ser desviado para a Nacional 1 e para o IP3 e a A14.

De acordo com a página da Proteção Civil na internet, o incêndio florestal que deflagrou na zona de Barcouço, junto ao limite dos concelhos da Mealhada e de Coimbra, pelas 12:33 hoje, e que obriga ao corte da via, estava a ser combatido às 14.15 por 88 operacionais, apoiados por 20 viaturas e dois meios aéreos.

Fonte: JN

08 agosto 2017

PROENÇA-A-NOVA - Incendiária foi detida

A Polícia Judiciária (PJ), através da Diretoria do Centro, procedeu à detenção de uma mulher, divorciada, desempregada, pela presumível prática de um crime de incêndio florestal, no dia 26 de julho, em terreno povoado por mato, pinheiros, eucaliptos, medronheiros e árvores de fruto, tendo ardido uma área calculada em mais de 200 hectares, informou esta polícia.

Este incêndio de grande dimensão começou junto à Foz da Amieira, Malhadal, Proença-a-Nova, pelas 20h35 e foi ateado com um cigarro pela suspeita, após ter ingerido bebidas alcoólicas, num quadro de desorientação emocional face aos problemas de conflitualidade com o seu ex-companheiro. 

A PJ contou com a colaboração da GNR de Proença-a-Nova.
A detida, de 48 anos, vai ser presente às autoridades judiciárias competentes para primeiro interrogatório e aplicação das medidas de coação tidas por adequadas.
No corrente ano a Polícia Judiciária já identificou e deteve 50 pessoas pela autoria do crime de incêndio florestal.

Fonte: Rádio Condestável